* Gilmair Araújo Marinho
Vivemos num mundo globalizado, onde a tecnologia avança muito rápido, e domina todos os espaços. Esse avanço tecnológico traz contribuições altamente positivas para a humanidade, agilizando e facilitando o trabalho, e permitindo o contato mais rápido entre as pessoas, ela está transformando o modo como vivemos, por isso essa avalanche tecnológica não pode estar ausente da escola, deve ser usada de forma adequada tornando o processo ensino-aprendizagem mais eficiente e eficaz.
A tecnologia a serviço da aprendizagem tem em vista tornar o aluno produtor do seu próprio conhecimento, crítico, reflexivo e exige que o professor reveja sua prática pedagógica, professores e alunos devem aprender buscar a informação e tornar a aprendizagem significativa e desafiadora, trabalhando em equipe em busca dos mesmos objetivos.
Segundo Giroux, 1997, o professor como intelectual transformador precisa tornar-se um investigador crítico e reflexivo para ser criativo, articulador e , principalmente, parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem.
Com esse nova visão, cabe aos docentes empreenderem projetos que contemplem uma relação dialógica, na qual ao ensinarem, aprendem e os alunos, ao aprenderem possam ensinar (Freire,1997).
Diante disso, nós educadores devemos estar atentos às novas descobertas tecnológicas, investir em nossa preparação e estar abertos à críticas, novas ideias, partilhar experiências que possam nos ajudar a realizar o nosso papel de professor mediador diante dessa nova realidade tecnológica, devemos estar preparados para aprender ao longo da vida nos adaptando a novos cenários.
A tecnologia a serviço da aprendizagem tem em vista tornar o aluno produtor do seu próprio conhecimento, crítico, reflexivo e exige que o professor reveja sua prática pedagógica, professores e alunos devem aprender buscar a informação e tornar a aprendizagem significativa e desafiadora, trabalhando em equipe em busca dos mesmos objetivos.
Segundo Giroux, 1997, o professor como intelectual transformador precisa tornar-se um investigador crítico e reflexivo para ser criativo, articulador e , principalmente, parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem.
Com esse nova visão, cabe aos docentes empreenderem projetos que contemplem uma relação dialógica, na qual ao ensinarem, aprendem e os alunos, ao aprenderem possam ensinar (Freire,1997).
Diante disso, nós educadores devemos estar atentos às novas descobertas tecnológicas, investir em nossa preparação e estar abertos à críticas, novas ideias, partilhar experiências que possam nos ajudar a realizar o nosso papel de professor mediador diante dessa nova realidade tecnológica, devemos estar preparados para aprender ao longo da vida nos adaptando a novos cenários.
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