sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ESTADO DO MARANHÃO
PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO FRANCO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO








A TECNOLOGIA E APRENDIZAGEM





PATRÍCIA APARECIDA MORAIS ALVES







PORTO FRANCO
2011
A Tecnologia e a Aprendizagem

As transformações tecnológicas requerem uma elevação globalizada dos níveis de educação geral e da capacitação para o mercado de trabalho. Entretanto, torna-se fundamental incorporar às novas tecnologias de informática nos currículos escolares, transformando assim uma aprendizagem autônoma propiciando também atitudes, interesses e valores, levando professores e alunos a conscientização da importância da aprendizagem permanente.
Nessa perspectiva, através da Revolução Tecnológica a serviço da aprendizagem colaborativa, segundo (Behrens,1996) “precisam derrubar barreiras que segregam o espaço e a criatividade do professor e dos alunos, que em geral ficam restritos a sala de aula, ao quadro de giz e ao livro texto”. Em outras palavras, a educação em geral, precisa-se optar por um paradigma inovador, promovendo um ensino e aprendizagem de qualidade, por sua sistemática e recursos didáticos instrucionais e de multimídia, desenvolvendo a aprender a “aprender bem” de forma criativa, dinâmica e autônoma.
Portanto, propor um ensino e aprendizagem nas unidades educacionais baseado no conhecimento tecnológico, professores e alunos passarão a usufruir de educação significativa, onde as tecnologias assumirão um processo de transformação social na sociedade moderna.
Contudo, segundo esse pressuposto a nova visão de mundo, na era tecnológica, traz relevantes contribuições e significados, então cabemos nós professores encontrarem subsídios para adotas-mos e adaptar-mos estratégias, ou seja, aperfeiçoamento profissional para apresentar ao aluno oportunidades, conhecimento informatizado, garantindo-se uma aprendizagem dinâmica e inovadora, tornando-os alunos críticos, reflexivos e pensantes.


Referência:
BEHRENS, Marilda Aparecida. O desafio da Universidade frente ao novo século. In: Autores variados. Educação, Caminhos e Perspectivas. Curitiba: Champagnat,1996.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


A história evolutiva do ser humano e de suas descobertas ao longo do tempo tem fortemente influenciado todos os setores, principalmente o campo cientifico e o campo tecnológico. E muitos pesquisadores, filósofos, cientistas, matemáticos entre outras áreas do conhecimento tem se destacado no decorrer de cada época e de acordo com cada sociedade, deixando contribuições significativas para a humanidade. Na qual podemos destacar a Tecnologia da Informática em que tudo teve inicio na Revolução Industrial.
As tecnologias a cada dia que passam estão bem mais inovadoras e eficientes e inseridas no meio social. E a cada geração que se inicia se apropria com mais potencialidade e praticidade no uso dessas ferramentas.
Segundo Grinspum (1999), a tecnologia precisa tornar-se um instrumento a serviço do bem-estar da humanidade. Com esse desafio imposto, o importante papel reservado para a Educação Tecnológica é o trabalho para a formação da cidadania, que leve em consideração a oferta de requisitos básicos para viver numa sociedade em transformações, e que prepare um cidadão responsável e ético, para enfrentar os novos impactos tecnológicos.
No contexto em que vivemos ou no contexto de mudanças paradigmáticas, a educação e a escola, juntamente com gestores e professores precisam rever e repensar as reais necessidades que os alunos enfrentam, seja no lado pessoal ou no profissional.Devemos preparar o aluno a  essas mudanças,que
a competitividade e o mercado de trabalho exigirá de cada um o seu melhor em tudo.Será um desafio para os educadores juntamente com os educandos,mas transformações que praticadas tornará o aluno mais preparado,autônomo,criativo e produtivo no mundo globalizado.
O professor é quem será o responsável para que haja um caminho entre os alunos e a aprendizagem, ou seja, através de uma grande parceria entre ambos.Incentivar é uma forma de promover e entre outros aspectos uma relação de cumplicidade, levando os educandos a se tornarem pesquisadores, investigadores, críticos, reflexivos e produzir conhecimentos significativos e relevantes.Mas, para isso, o professor precisará ter uma outra visão de ensinar e também procurar "o aprender a aprender" para gerar conhecimentos mútuos.
De acordo com Behrens (1998), professores e alunos precisam aprender a aprender como acessar a informação, onde buscá-la, como depurá-la e transformá-la em produção de conhecimento.O profissional, para ser competente precisa ser um investigador intermitente, um cidadão crítico, autônomo e criativo que saiba solucionar problemas, utilizar a tecnologia com propriedade e ter iniciativa própria para questionar e transformar a sociedade.
Antes a Escola ou o Professor tinha a função de transmitir um conhecimento pronto e acabado, levando o aluno a uma aprendizagem competitiva e individualista.Hoje a ação docente e inovadora conta com varias ferramentas que contribuem para a aprendizagem em especial o computador e  a rede de informação.
Cabe ao professor buscar a melhor forma de ensinar e aprender, dando o espaço aberto para o diálogo e a descoberta, sendo parceiros solidários e sempre buscando resolver os desafios e as problematizações reais do mundo globalizado.
Para Capra (1996), o paradigma emergente tem como função essencial reaproximar as partes na busca de uma visão do todo. A exigência de tornar o aluno um componente produtor do seu próprio conhecimento implica valorizar a reflexão, ação, a curiosidade, o espírito crítico, a incerteza, a provisoriedade, o questionamento e, para tanto, exige que o professor reconstrua a prática conservadora que vem desenvolvendo em sala de aula.Os ambientes educativos devem ter como foco central a autonomia, a criatividade e o espírito investigativo.
Portanto, o desafio de mudanças e as novas realidades sociais, entre elas o paradigma emergente, exige conexões e inter-relações dos agentes envolvidos no processo de ensinar e aprender.Cabe ao professor optar e criar novos meios e novas metodologias através dos recursos tecnológicos oferecidos e transformar a educação em uma aprendizagem significativa, levando o aluno a se tornar um pesquisador e produtor do seu próprio conhecimento.
Segundo Demo (2001), o professor não é quem dá aula, mas quem cuida da aprendizagem do aluno.


*Maria do Socorro Araújo Paulo

Ambiente computacional e aprendizagem
Maria Elenice da Silva Lima

É inegável a contribuição que o computador e a internet podem oferecer à educação. Trata-se de um medidor quase que instantâneo do desenvolvimento cognitivo, afetivo, intelectual e social do educando.
No entanto, o uso destas ferramentas tecnológicas na maioria das escolas de Porto Franco ainda é excessivamente tímido, pois está baseada apenas numa unidade computacional instalada na secretaria da escola e, na qual, nem professores nem alunos têm acesso. Ideal seria que em todas as instituições de ensino houvesse uma sala de informática disponibilizada aos docentes e discentes para o desenvolvimento de aulas mais práticas e dinâmicas.
É interessante frisar que ao citar as condições atuais das instituições escolares porto-franquinas não se pretende fazer uma crítica política, mesmo porque todos sabem as dificuldades financeiras pelas quais passam as prefeituras das  pequenas cidades brasileiras. Entretanto, tal menção constitui-se um apelo para que as instituições, gradativamente, possam ser contempladas com estas ferramentas tão imprescindíveis ao crescimento integral de qualquer indivíduo.
Isto porque, como afirma Behrens (2008), “(...) a tecnologia precisa tornar-se um instrumento a serviço do bem-estar da humanidade. (...) o importante papel reservado para a educação (...) é o trabalho para a formação da cidadania”. E tal perspectiva constitui-se, através da iniciativa dos “professores em refletir sobre as reais necessidades que os alunos irão enfrentar em suas profissões e em suas vidas” (BEHRENS, 2008).
Ou seja, o educador precisa ter em mente que sua função vai muito além do repasse de conhecimento e sim, que seu trabalho pode e deve fazer uma influência positiva no sucesso futuro de seu alunado. Mas, ao mesmo tempo, posicionando-se também como um aprendiz nato, isto é, repassando o conhecimento que tem ao passo que abre-se à possibilidade de aprender simultaneamente com seus educandos.
Para tanto, “professores e alunos precisam buscar um processo de auto- organização para produzir conhecimento significativo e relevante” (BEHRENS, 2008).

Tecnologia e aprendizagem
                                                      Jocelita Alves de Souza

É inquestionável a contribuição que a tecnologia pode oferecer à educação. Temos visto que a tecnologia vem nos auxiliando no desenvolvimento cognitivo, intelectual, afetivo e social enquanto educando e educador.
No entanto o uso destas ferramentas tecnológicas em nossas instituições educacionais ainda é pequeno mesmo porque nem todas as escolas dispõem desta tecnologia.
Em nosso município poucas ou nenhuma escola dispõe do recurso do computador com internet para uso dos alunos e professores quando há escola com esse recurso o mesmo funciona exclusivamente na secretaria e somente o gestor e secretario tem acesso.
È importante mencionar que ao falar das reais condições de nossas instituições educacionais não quero fazer critica política, pois conhecemos e sabemos das reais condições financeiras que nosso município enfrenta para ofertar uma educação de qualidade. Mas, no entanto quero mostrar que nossas instituições precisam dessas ferramentas tecnológicas para o bom desenvolvimento educacional de nossos educandos e educadores. 
Segundo Lévy (apud Pellegrino), “Sabemos que toda mudança, todo salto requer coragem, ousadia e que, muitas vezes, a dor, a resistência e o poder de alguns fazem recuar um pouco esse processo inevitável. Ou avançamos e assumimos uma nova Educação para o próximo milênio ou afundamos sob o poder e sob o medo. Essa nova Educação esse novo educador assumem, de uma vez por todas, que devemos educar não para a competição e o poder exacerbado, mas sim para o desenvolvimento da inteligência coletiva”.
Integrar as mídias na escola não trata de propor mudanças na educação pela ótica do domínio das tecnologias sob a justificativa da modernidade e sim de propiciar aos alunos a utilização das mídias para a expressão de idéias, a produção de conhecimento, a comunicação e a integração social. No caso especifico da educação infantil ( que é a área que atuo) seria auxiliar tanto os educadores como educando com a utilização de softers para o desenvolvimento integral e deixá-los preparados para os desafios que surgiram no decorrer da vida escolar, profissional e social.   
Tecnologia e aprendizagem
                                                      Jocelita Alves de Souza

É inquestionável a contribuição que a tecnologia pode oferecer à educação. Temos visto que a tecnologia vem nos auxiliando no desenvolvimento cognitivo, intelectual, afetivo e social enquanto educando e educador.
No entanto o uso destas ferramentas tecnológicas em nossas instituições educacionais ainda é pequeno mesmo porque nem todas as escolas dispõem desta tecnologia.
Em nosso município poucas ou nenhuma escola dispõe do recurso do computador com internet para uso dos alunos e professores quando há escola com esse recurso o mesmo funciona exclusivamente na secretaria e somente o gestor e secretario tem acesso.
È importante mencionar que ao falar das reais condições de nossas instituições educacionais não quero fazer critica política, pois conhecemos e sabemos das reais condições financeiras que nosso município enfrenta para ofertar uma educação de qualidade. Mas, no entanto quero mostrar que nossas instituições precisam dessas ferramentas tecnológicas para o bom desenvolvimento educacional de nossos educandos e educadores. 
Segundo Lévy (apud Pellegrino), “Sabemos que toda mudança, todo salto requer coragem, ousadia e que, muitas vezes, a dor, a resistência e o poder de alguns fazem recuar um pouco esse processo inevitável. Ou avançamos e assumimos uma nova Educação para o próximo milênio ou afundamos sob o poder e sob o medo. Essa nova Educação esse novo educador assumem, de uma vez por todas, que devemos educar não para a competição e o poder exacerbado, mas sim para o desenvolvimento da inteligência coletiva”.
Integrar as mídias na escola não trata de propor mudanças na educação pela ótica do domínio das tecnologias sob a justificativa da modernidade e sim de propiciar aos alunos a utilização das mídias para a expressão de idéias, a produção de conhecimento, a comunicação e a integração social. No caso especifico da educação infantil ( que é a área que atuo) seria auxiliar tanto os educadores como educando com a utilização de softers para o desenvolvimento integral e deixá-los preparados para os desafios que surgiram no decorrer da vida escolar, profissional e social.   
Aprendizagem colaborativa
Maria Zilma


A sociedade cada vez mais nos impõem novos desafios para transformar o conhecimento, pois as exigências na formação de cada área profissional e essencial e tende a mudar e para isso que todos estejam preparados para esses novos desafios. Nesta nova visão o docente precisa mudar o foco de ensinar e passa a se preocupar com o apreender a ensinar; abrindo-se novos caminhos coletivos para assim subsidiar a produção do conhecimento do seu aluno. Para desenvolver esses processos ha necessidades de oferecer uma prática pedagógica que propicie ações conjuntas, e que prepare o educador para empreender e conquistar está qualificação partir da sala de aula.
A aprendizagem precisa ser quantificativa, desafiadora, problematizadora e instigante a ponto de mobilizar o discente e o docente a buscarem soluções possíveis para serem discutidas concretizadas  e em alguns ambientes educativos devem ter como foco central a autonomia e a criatividade do seu espirito investigativo.
Com tudo isso as praticas pedagógicas dos professores em todos os níveis de ensino propõem que para atender ao paradigma emergente faz-se uma aliança entre os pressuposto da visão sistêmica da abordagem progressista.

   O avanço tecnológico desafia o mundo inteiro,envolvendo investigações de profissionais em busca do conhecimento em áreas diversas. A Revolução Industrial contribuiu muito para este avanço,provocando essa nova geração de rede informatizada e auxiliando o movimento globalizado.
   A sociedade querendo ou não exige conexões,parcerias,trabalhos coletivos e inter-relações em todas  as áreas do conhecimento. Com esse processo evolutivo,a tecnologia deve ser usada a serviço de bem estar da sociedade.Dessa forma o trabalho da educação é formar cidadãos críticos,autônomos e fluentes rumo ao aos novos impactos tecnológicos. Urgentemente é necessário aos envolvidos na educação estarem refletindo e retomando sua prática sobre as necessidade que os educando enfrentarão em suas vidas profissionais e cotidianas.Portanto,o educador transformador deve tornar-se muito crítico e reflexivo para ser criativo e em parceria com os alunos,transformar o processo de aprendizagem.
   Um professor competente investiga,é cidadão crítico,possui autoria própria,cria e soluciona problemas utilizando as ferramentas tecnológicas,assim terá iniciativa própria para questionar e transformar uma sociedade humana conhecedora do novo. Marilda citando Freire( 1997),nesse processo de transformação,o aluno deve buscar uma formação ética e solidária,assumir um papel como sujeito histórico.A escola precisa oferecer situações que envolvam e responsabilizam os alunos por uma aprendizagem solidária.
    Devemos entender o processo de interação na comunicação de criatividades, indispensáveis ao novo profissional esperado nesta nova era digital e virtual.As escolas de forma geral precisam tornarem-se inovadoras de metodologias com as novas ferramentas tecnológicas da comunicação. A aprendizagem deve ter uma significação desafiadora e instigante de forma a mobilizar os alunos  e os grupos a uma busca de soluções, de referências,teorias e práticas da própria autoria.Para tornar os dicentes seres fluentes do próprio conhecimento devem ser valorizadas:  a reflexão,atitudes,curiosidades,criticidade, isso só acontece quando o docente reconstrói a prática conservadora que norteia a sala de aula.Para exercer uma ação profissional de acordo com a nova era,o docente deverá ampliar e saber utilizar os recursos oferecidos para o novo processo de aprendizagem,especialmente os novos instrumentos mais avançados da tecnologia inovadora.
   Uma prática pedagógica competente exige:diálogo,discussão coletiva,criatividade,autoria própria e  investigação,neste paradigma é necessário metodologias fundamentadas em projetos,nesse pressuposto o educador poderá analisar-se,refletir e criar sua própria prática pedagógica.Com base em projetos o professor também mostrará sua capacidade de aprender e ensinar,visto que nas metodologias de aprendizagem colaborativa por projetos não possuem receitas a serem seguidas,nessa proporção o educador instigará a responsabilidade do educando,pelo seu próprio aprendizado e  a aprendizagem do grupo em que está inserido.
    Com a tecnologia surge um novo modelo de ensinar e aprender,que ultrapassa todos os limites de espaço e tempo,tornando-se  motivos de todos usarem as novas ferramentas como recursos indispensáveis na utilização da própria prática como profissional mediador crítico,autônomo e competente.Para atuar como cidadãos do conhecimento,professores e alunos precisam aprender acessar informações,como buscá-las e usá-las na produção da aprendizagem.Para aprender é preciso encontrar sentido no ensinado,é cabível pensarmos na própria prática quanto educadores da modernidade cultural da nova tecnologia,que vem crescendo incrivelmente e sua utilização é um meio concreto de inclusão e interação no mundo.

                                                                    Autora: Maria Dalva C. da Silva Parreão